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Tatuagens delicadas: Inspire-se

One jumper, three looks

I love the autumn season!

It’s an amazing moment where you can wear a mix of cosy and spring clothes, and feel more elegant in the way.

But sometimes it could be a little difficult to deal with this mixed weather and be properly dressed for each occasion.

Thinking about that I received this amazing jumper from Femme Luxe Finery and thought it could be a good fun showing you how to use it in completely different circumstances, and yet being appropriate.

First look

Femme Luxe Finery – Burgundy Knit Jumper

This sweater is completely up to this combination, a good short, some boots and to deal with the cold breeze a pantyhose, just in case.

Second Look

Femme Luxe Finery – Burgundy Knit Jumper

Pull me a skirt, a good old knee boots, another pantyhose to that cold breeze of autumn and I’m good to go!

Third Look

Femme Luxe Finery – Burgundy Knit Jumper

Last, but not least, my favorite combination.
A good fedora hat, if you’re more of accessorise and a printed trousers.

As you can see each look express a different style, and yet with one piece of cloth working in all of them.

And now you’re wondering: Where can I get this beautiful sweater to try my combinations?

Well, just go to the link below and choose one! They’re running a great sale now, so enjoy!

Click here: Femme Luxe Finery 

 

Good shopping!

 

XOXO, Caroline.

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IGTV – Você já conhece?

Em Junho desse ano o Instagram (leia-se nosso amigo Zuckerberg) não satisfeito com sua dominação total resolveu entrar no mundo dos vídeos de cabeça com a plataforma IGTV, para competir com grandes nomes no mercado como o Youtube.

A plataforma, que apesar de poder ser usada dentro do Instagram, possui um app exclusivo e vem com a sacada dos vídeos serem na vertical, tendo um apelo maior aos usuários de smartphones.

Só que se você quiser ter um canal no IGTV, mas não está interessado no Instagram, infelizmente venho dizer que não tem como, você precisa de uma conta no Insta para ter seu canal, e inclusive as pessoas que você segue em um é seguido no outro também. Você pode até não usar sua conta no Instagram, mas obrigatoriamente precisa ter uma.

O conceito que o CEO e co-fundador Kevin Systrom apresentou no lançamento foi de ser uma nova forma de assistir televisão online, se você perceber quando entra na plataforma, os vídeos já começam a ser transmitidos automaticamente, bem rápido e simples.

A verdade é que hoje, depois de três meses de lançamento, ainda estamos todos tentando nos achar dentro da plataforma, que apesar de ser bem auto-explicativa ainda não tem um perfil bem delineado.

E porque estamos falando de IGTV? Você deve estar se perguntando…
Já que a pessoa aqui que vos escreve sempre foi muito resistente em criar um canal no Youtube, por achar que não tenho o tino para vídeos hahaha, resolvi que o IGTV chegou para me ajudar e muito com essa minha intolerância, tanto que já esbocei alguns vídeos por lá, olhem só:

Nesse último fds tivemos o Doors Open Day Europe, e a cidade onde moro aqui na Escócia participa todo ano.Resolvi fazer essa compilação de vídeos do dia para vocês conhecerem um pouco mais onde eu moro.Espero que gostem!

Posted by TPM Interrompida on Tuesday, September 11, 2018

O legal dessa nova ferramenta é que podemos fazer uma extensão do Stories, alguns vídeos um pouco mais detalhados, mas nem tanto para não ficarem cansativos e com um pouco mais de liberdade e apelo mais caseiro.

Tenho gostado bastante e já tenho várias outras idéias de vídeos na ponta da agulha para serem postados, então espero vocês lá para me verem passando um bocado de vergonha com a minha falta de domínio nas filmagens hahahah!

E ah, se ainda não seguem Instagram do blog, corram lá porque tem conteúdo diário e feitos com muito carinho para vocês!!

Vejo vocês no IGTV!!!

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O desafio de ser mulher

Semana passada fiz uma visita vapt vupt à uma amiga em Portugal, e por ter sido rápida e sem muito planejamento, tive que fazer boa parte do meu pouco turismo por conta própria, experiência essa que até então não tinha tido na vida.
Apesar de ter sido bem diferente e “auto conhecedora” (assunto para outro post) tive o desprazer de conviver com um sentimento muito comum às mulheres desde que o mundo é mundo: o medo.

Sou uma mulher que como muitas outras, adora se vestir de forma sensual. Inclusive, ficou sacramentado esse meu estilo quando fiz minha consultoria de imagem que quase que por completo meu estilo saiu como sexy, com uma pegada romântica e um pouco formal.
Mas por conta dessa minha pegada pro lado sexy muitas vezes me julguei e me contive para não ser “mal vista” perante os outros, principalmente pelos homens como um objeto ambulante que eles sentem que podem manipular e falar o que der na telha.

Então que nesses meus dias sozinha de turista senti na pele algo que não sentia de forma tão intensa a muito tempo.
Estava muito calor em Lisboa, e eu queria usar meu crop e shortinho que eu não usava a séculos por estar vivendo numa cidade muito fria, e quem me conhece, ou já teve oportunidade de ver algumas fotos (fotos essas que também submeto a um critério de sensualidade pelo mesmo motivo desse post) sabe que tenho várias tatuagens e que quando junta a roupa com as tattoos cria-se um contexto bem sensual, que obviamente, eu amo!
Sendo assim, lá fui eu visitar o Castelo de São Jorge, uma das atrações turísticas mais populosas de Lisboa, que pelo dia ensolarado e quente devia estar mais lotado que o normal.

E foi aí que tudo começou…

Tive que fazer um percurso andando para chegar ao castelo, de ruazinhas finas e bem ermas, onde ali já começou o famoso, mas não desejado, assédio.
Vários homens que se sentiram no direito de vir na minha direção e quase tentar falar no meu ouvido “queria saber onde essas tatuagens vão levar”; “muito gostosa hein?”; “why so sexy?”… desde os mais básicos até os mais baixos e esquisitos assédios que infelizmente já estamos acostumadas a ouvir. Até que já dentro do castelo, em uma área de rochas e pedras pertencentes a ruína da estrutura que achei muito bonita e um ponto interessante para tirar algumas fotos de mim mesma, do nada escuto um barulho na parte superior ao local que estava e vi dois caras, tirando fotos minhas sem minha permissão e falando coisas em alguma língua que eu não entendia, mas que claramente, pela postura e forma de se comunicarem não eram de um linguajar educado.
Fiquei tão assustada, tão chocada, que por uns segundos eu travei, mas quase que imediatamente recobrei meus sentidos, peguei minhas coisas e sai correndo, não sem antes ouvir eles gritando algumas gracinhas e ainda descendo em minha direção.
Corri por alguns minutos até a saída do castelo, a visita para mim tinha acabado ali, e acredito que dei a sorte da atração estar muito lotada para eles se importarem de continuar na minha cola.

Costumo evitar falar sobre assuntos com teor pesado aqui no blog, gosto de ter um conteúdo leve e interativo aos meus leitores daqui e seguidores do Instagram, mas isso me marcou tanto que senti que era o momento de me expressar.
Depois desse incidente, que também deixo claro que não parou por aí, porque até eu chegar a casa da minha amiga passei por aquelas mesmas ruazinhas de antes, parei para pensar em muita coisa.

Sempre tive problemas com meu corpo, desde muito nova, tive alguns distúrbios alimentares, sofri alguns bons anos na infância de bullying, e até hoje, apesar de ter melhorado muito a forma que me vejo, ainda tenho meus dias de dúvida e desespero por não ser “igual ao padrão imposto pela mídia”.
Gostaria de dizer que me sinto sempre bem, mas seria uma mentira bizarra diante de um contexto tão delicado que estou expondo e ao mesmo tempo contrariando tudo que venho prezando em manter nesse trabalho de blogueira.

Infelizmente cheguei a conclusão do quanto ainda me prendo aos padrões de beleza, que por mais que tenhamos uma luta mais exposta e mais definida na sociedade para mudanças, o padrão ainda resiste em quase todos os marketings que vemos por aí, e isso fez com que eu deixasse de postar muita foto e muito vídeo, com receio de ser julgada por um corpo que não tenho e que diariamente trabalho para entender que não devo e nem tenho que ter.
Entendi também que muito desse meu auto julgamento vem desse assédio que passamos diariamente. Vergonhosamente já me senti muito mal por ter achado que me vesti de forma “arrasadora” e não recebi nenhuma “cantada” naquele dia. Não é fácil aceitar que também fazemos parte desse distúrbio na sociedade.

Hoje já mais madura (mas nem tanto assim, rsrs), aprendi muito sobre me vestir para mim e não para os outros, o que me leva a falar de mais um ponto dentro desse contexto.

Eu GOSTO de ser sensual, eu AMO me vestir dessa forma e gostaria que as pessoas me vissem assim, mas não porque eu quero a opinião delas, apenas porque eu quero que elas me vejam como eu sou, não como um objeto, ou por ser vulgar, ou por querer chamar atenção de homens e todos esses preconceitos velados que temos por aí.

Também gosto de manter um estilo de vida saudável, me exercitar para perder alguns quilos e ME sentir bem comigo mesma, mas não to aqui para pregar nenhum peso e formato de corpo ideal para ninguém. Trabalho diariamente para que essa minha transformação visual saudável não seja completamente afetada pelos padrões de beleza impostos, porque seria ridículo eu dizer que não existe nenhuma influência, ainda tem, e nem afete quem me segue.

Acredito de verdade que consigo manter um equilíbrio e me preocupo sempre em não falar de emagrecimento nas minhas redes sociais como algo estético e sim como algo que tem a ver com a vida saudável e consequência dessa vida.

O que eu conclui disso tudo? Que vou me expor mais, provavelmente não pela roupa, ou abrindo mais espaço da minha vida nas redes sociais, mas sim postando mais daquilo que eu acho que seja condizente com quem eu sou e gosto, para ser mais eu do que alguém que a sociedade impõe que eu seja.

 

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Vida de imigrante: Comidas típicas e curiosas da Escócia

Quando descobri que moraria na Escócia fiquei com aquela sensação de desespero pela falta de tempero nas comidas que todos nos alertam sobre, afinal como uma boa brasileira que sou, comida bem temperada é uma necessidade básica não é mesmo? Mas apesar de ter dado de cara com muita comida sem tempero e muito apimentada ( qual é o negócio que europeus tem com comida indiana e tailandesa?), me surpreendi bastante com os sabores da culinária escocesa.

A comida escocesa tem como essência um sabor marcante, não muito pelo tempero em si, mas pelo tipo de coisa que eles comem, que em alguns casos não são para ao estômago de qualquer um, rs, mas que dá o diferencial ao resto do Reino Unido.
Gosto que eles têm a mesma pegada de comidinha caseira que curtimos tanto no Brasil.

O lado negativo, mas que acredito, pelas viagens que já fiz, ser um problema europeu, é que eles curtem muita fritura e batata, então temos que tomar cuidado com a saúde e balança. É fácil cair em tentação com a quantidade de junk food que sai dessas duas combinaçōes, rs.

Resolvi fazer uma lista com as comidas mais curiosas, saborosas e esquisitas que comi ou ouvi falar. Com toda certeza não chega perto de toda a culinária que a Escócia tem para oferecer, até porque não tenho nem um ano morando aqui ainda, mas já dá para ter uma idéia considerando as pesquisas que fiz para esse post.

Haggis

Não tinha como começar sem ser pelo prato mais famoso e contraditório, o Haggis.
Digo isso porque se você tiver um estômago digamos, delicado, talvez seja melhor experimentar sem ler as informaçōes abaixo, porque o sabor é maravilhoso! E olha que quem tá dizendo isso é uma frescurenta de carteirinha, sério!
Basicamente o Haggis consiste em pedaços triturados de pulmão, coração e fígado de carneiro, com farinha de aveia para dar uma liga, dentro de um “saquinho”, tipo o da linguiça, que antigamente era feito do próprio estômago do animal, mas hoje em dia, por questōes de higiene e ajustes ao futuro é usado um invólucro artificial.
Demorou para eu conseguir ler sobre o que era feito, porque eu realmente amo esse prato, mas quando tomei coragem de ler a paixão já estava no meu coração e hoje eu como mesmo com aquela vozinha na minha cabeça tentando me avisar que é bem nojento rs.

Lorne Sausage

A Lorne sausage (ou Square sausage, Sliced sausage) é um mix de carne moida, suino e bovino, gordura e temperos.
É bastante famoso nos cafés da manhã, o famoso Full Scottish Breakfast (versão escocesa do Full English Breakfast) ou com os pãezinhos tipo de hambúrguer que eles chamam de roll.
Eu sinceramente não achei nada demais, ainda mais que eles gostam de comer no roll sem nenhum molho, manteiga, nada. Fica super seco e aí haja café pra ajudar a engolir sem engasgar, rs.

Deep fried Mars bar

Sim! Se o nome te lembrou uma barra de chocolate é exatamente isso que é! hahaha! Mas se você quiser comer como um escocês pega essa barra, passe numa farinha tipo de rosca e frite. Simples e direto, rs. A farinha que eles usam aqui é a mesma que usam para o famoso prato inglês, fish and chips (peixe e fritas).
Não estava brincando quando falei da quantidade de fritura que eles comem aqui… rs. E se você é amante de chocolate, com certeza vai amar!

Stovies

Stovies é um prato de sobras. Você pega batata (lembra da batata que falei lá em cima?) e um resto de carne, moída, assada, tanto faz, com alguns vegetais para complementar a seu critério, e voilà! Simples e com aquela carinha de comfort food, ou também de quem tá com preguiça de cozinhar… rsrs.

Scotch pie

Como a foto deixa bem claro é uma torta, duh! que de cara pode parecer nada demais, mas eles usam uma massa parecida com a do croissant, que mesmo eu que não curto croissant acho que fica perfeita para essa torta. E os recheios podem ser dos mais variados, o que eu mais gosto é o de rim de boi, aquela sabor bem forte e característico da Escócia.

Rowies (Buttery)

Os rowies são aqui do fundo do meu quintal, direto de Aberdeen, cidade onde vivo, e também são conhecidos como Aberdeen rolls.
São pães com uma massa que também lembra a do croissant, mas com um sabor mais salgado, e são super gostosos de comer com geléia e manteiga.

Finnan haddie

O Finnan haddie é o peixe haddock defumado com especiarias típicas daqui, e que pode ser comido com torradas, com molho tipo um cozido e por aí vai.
Tenho que dizer que ainda não experimentei primeiro: porque sou meio chata com frutos do mar, não como todos e nem de todas as formas que são feitos, e segundo: porque as opções que encontrei em cardápios achei no mínimo estranhas as combinações, rs. Mas o povo realmente gosta, principalmente aqui em Aberdeen, que é uma cidade de pesca.

Irn Bru

O Irn Bru não é comida, mas precisava entrar no fim dessa lista porque é basicamente o xodó da nação, rs.
É nada mais nada menos que um refrigerante, mas que eles amam tanto, que chega até a ser mais famoso que a Coca Cola por aqui… #chocada.
Nao gosto de refrigerantes, mas as pessoas que conheço e bebem dizem ter um sabor parecido com tutti frutti, o que só piora o sabor na minha cabeca, hahaha.
Recentemente a empresa que fabrica o Irn Bru avisou que seria feito uma modificação na fórmula do refrigerante, para diminuir o nível de açúcar, e foi uma loucura! As pessoas resolveram fazer estoques dos antigos lotes e reclamaram muito no Twitter, ouvi até falarem sobre abaixo assinado…

Para finalizar deixo um assunto polêmico: aqui eles amam o prato americano mac and cheese (macarrão com queijo), mas o amor é tão forte que eles não param por aí. Eles usam o prato para colocar de recheio em pizzas, para ingrediente extra de hambúrguer, torta, sanduíches e o que mais eles consigam pensar… é bizarro!
Aqui em Aberdeen tem um restaurante especializado em queijo quente, o Melt, que tem o queijo quente de mac and cheese, e eu simplesmente não consegui segurar a curiosidade e experimentei…e não é que é bem gostoso?
Ainda nao tive coragem de comer a pizza, a torta e o hambúrguer, mas mais por medo de gostar do que por achar nojento… hahahaha.

Melt – Mac and Cheese grilled

Mas me digam aí, depois dessa lista vocês teriam coragem de vir morar aqui? Ou que tal só uma visitinha para tomar um café com haggis e rolls?

 

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Vida de imigrante: Choque cultural x Estilo Pessoal

Você vive o que posta?

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Vida de imigrante: Choque cultural x Estilo Pessoal

Quando a gente estuda sobre imagem e estilo pessoal sai entendendo o conceito geral, uma base de estilos, corpos, formatos e cores, e devemos usar esse aprendizado para fazer com que nossas clientes se sintam confiantes na vestimenta e imagem que elas querem passar para o mundo. Sendo assim, é natural que você foque esse trabalho no lugar onde vive e que como consequência seus clientes vivem.

Por isso posso dizer que ter a experiência de mudar para outro país com clima, e principalmente cultura tão diferentes é assustador e desafiador, mas ao mesmo tempo faz com que a gente saia da nossa caixinha e tente colocar em prática tudo que aprendeu.

Esses dias estava passeando pelas fotos de looks que tirei desde que cheguei aqui (você pode ver a maioria no Instagram do blog, se não segue, clique aqui! ) e percebi que em cinco meses consegui um avanço considerável em variaçōes apropriadas ao meu estilo e cultura local.
Resolvi perseguir alguns pontos que mesmo com todo o aprendizado, ainda não tinha colocado em prática no Brasil. Basicamente pelo fato de odiar o clima quente e sentir preguiça de viver na sauna, risos.

O interessante é que apesar do meu pânico as fotos me fizeram ver que consegui manter uma evolução palpável ao longo desses meses, e isso acabou dando um boost no meu projeto de ousar um pouco mais em alguns contextos que por medo acabo deixando meio de lado.

Por conta desse medo e da vontade de melhorar, que acredito muita gente ter por aí, achei legal compartilhar alguns desses looks aqui no blog e falar um pouco sobre eles.

Nos looks acima consigo perceber que não só ainda estava vinculada ao clima mais quente do Brasil, como também usando poucas peças, uma combinação bem simples de 3×1, para evitar que o mix que eu fizesse tivesse mais chance de erros, e poucas cores. Apesar de conseguir visualizar algumas estampas, elas estão em um ambiente de conforto, com peças neutras que não as destacam, apenas disfarçam.

Já nessa segunda leva, percebo que evolui um pouco nos quesitos sobreposições e mix de estampas. Na minha cabeça preciso incluir um pouco mais desses mix de estampas, sobreposiçōes e acessórios. Então é onde estou focando em aprimorar, e apesar de ainda ver peças neutras e lisas, que representam a minha linha de conforto, consegui inserir de forma gentil, mas visível, esses pontos que sinto falta no meu modo de vestir.

Na Consultoria de Imagem e Estilo a análise visual é algo muito importante para identificar onde podemos evoluir e corrigir, vendo na prática o que não gostamos e não conseguimos identificar.
Então se tem uma dica certeira que posso dar para vocês é que toda vez que estiver em dúvida quanto ao que está vestindo, tire fotos do look.
A minha responsabilidade como consultora é ajudar as pessoas a colocar em ordem a própria essência, porque o feeling do que não nos cai bem, nós já temos, o que muitas vezes precisamos é de um impulso para usá-lo da maneira correta.

Agora quero ouvir de vocês: Quais são seus pontos fracos no estilo? O que vocês acreditam que podem melhorar, mas não sabem como? Ou vocês se sentem um peixe fora d’água quando se trata desse assunto, mas gostariam de melhorar?
Vamos trocar figurinhas e quem sabe eu não possa ajuda-los?

 

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